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Artigos Técnicos

Pneus em veículos 4x4

Ol√° visitante. √Č relativamente frequente aparecer em nosso oficina, clientes reclamando de alguma anomalia no funcionamento ou acionamento do 4x4 do seu ve√≠culo. E quase sempre s√£o clientes que adquiriram seu primeiro e n√£o tem no√ß√£o do funcionamento do mesmo. Ent√£o a primeira coisa que avaliamos √© a conformidade do tamanho dos quatro pneus, pois acontece que quando o ve√≠culo √© comprado de ag√™ncias que n√£o s√£o especializadas ¬†em tais ve√≠culos, √© comum trocar os pneus sem observar o tamanho dos mesmos. Quando √© instalado pneus com tamanhos diferentes nos eixos traseiros ou dianteiros, a rela√ß√£o de velocidade entre as rodas e eixos fica diferente ¬†o que provoca travamentos e barulhos quando se √© acionado o sistema 4x4. Este pequeno detalhe pode trazer grandes problemas no sistema, vindo provocar quebras dos componentes como caixa de transfer√™ncia e diferenciais ou o pr√≥prio c√Ęmbio. Portanto ao adquirir um ve√≠culo com tra√ß√£o nas quatro rodas ou for trocar de pneus, sempre observe as medidas dos mesmos, ou at√© a diferen√ßa de desgaste muito acentuada pois sen√£o o sistema n√£o vai funcionar bem e poder√° quebrar.

Autor: Rogério Alvarenga Macedo

 

Ignição, o que saber.

Ol√°. Os sistemas de igni√ß√£o utilizados ¬†nos ve√≠culos modernos, difere em muitos detalhes em rela√ß√£o aos modelos anteriores √† d√©cada de 80, mas o princ√≠pio de funcionamento continua o mesmo. Todos os sistemas tanto os antigos de platinado como os modernos sistemas eletr√īnicos s√£o compostos por bobina(as) de igni√ß√£o, velas e um sistema de ruptura de corrente que era o platinado, e hoje √© feito por transistores de pot√™ncia e ¬†de reduzidas dimens√Ķes, que podem ser componentes de m√≥dulos distintos ou integrados √†s centrais de inje√ß√£o eletr√īnica. O sistema de igni√ß√£o √© respons√°vel junto com o de alimenta√ß√£o(gasolina ou √°lcool), pela performance do motor e¬†em todas as faixas de trabalho do mesmo. Portanto, a manuten√ß√£o preventiva do sistema tem que ser levado muito a s√©rio pelo usu√°rio e o seu mec√Ęnico. H√° uma tend√™ncia a¬†atentar mais para o sistema de inje√ß√£o e¬†menosprezando o sistema de igni√ß√£o, como algo secund√°rio.¬† As vezes o mec√Ęnico leva muito tempo de trabalho e esfor√ßo para diagnosticar¬†um problema, pois ele o foca somente na inje√ß√£o e seus sensores at√© trocando componentes desnecess√°rios e esquece que para a inje√ß√£o cumprir o seu papel √© impreter√≠vel que o sistema de igni√ß√£o¬†esteja cem por cento.¬†Sempre pe√ßa para o t√©cnico respons√°vel pela manuten√ß√£o, que revise velas cabos de velas e bobinas, trocando-os nos prazos previstos, pois isso implica em performance¬†e economia de combust√≠vel. Se informe¬†quanto a disponibilidade de equipamentos de diagn√≥sticos, pois os sistemas modernos precisam de um arsenal de ferramentas para uma an√°lise confi√°vel do problema, evitando gastos desnecess√°rios em pe√ßas¬†ou componentes. Hoje uma boa oficina deve ter ferramentas como oscilosc√≥pio, mult√≠metros e analisadores, e ¬†scanners de √ļltima gera√ß√£o, e sem d√ļvida alguma¬†de um experiente t√©cnico que possa operar e interpretar os dados¬†fornecidos por¬†tais ferramentas.

Autor: Rogério Alvarenga Macedo.

 

conhecendo o ciclo de trabalho do seu motor

Sempre sou consultado por meus clientes sobre a quilometragem de troca do √≥leo do motor do seu ve√≠culo, pois os manuais do propriet√°rio trazem as informa√ß√Ķes sobre as trocas, e nestas informa√ß√Ķes s√£o indicados geralmente duas formas de uso do ve√≠culo: uso normal e uso severo. No uso normal principalmente em ve√≠culos a Diesel, √© indicado os 10.000 Km para a troca, e no uso severo aconselha-se a troca com a metade da quilometragem ou seja, 5.000 Km. Pois bem, os manuais n√£o referendam o que seria o uso normal ou severo, pelo menos at√© hoje n√£o¬†os vi¬†em nenhum deles. Ent√£o vou explicar: Quando indico aos meus clientes a troca do √≥leo do motor aos 5.000, eles sempre rebatem que trocam aos 10.000 Km porque eles s√≥ usam o carro na cidade, n√£o fazem trilhas e n√£o viajam muito, pois apesar dos anos de uso, a quilometragem do ve√≠culo √© baixa. Ent√£o, a√≠ √© que est√° o problema. O motor de combust√£o interna a Diesel ou ciclo Oto(gasolina, √°lcool ou flex), √© uma m√°quina t√©rmica, que para um perfeito funcionamento e perfeita queima de combust√≠vel necessita alcan√ßar uma temperatura pr√≥xima aos 95 graus cent√≠grados, e esta s√≥ √© alcan√ßada ap√≥s alguns minutos de funcionamento em rota√ß√Ķes constantes. A lubrifica√ß√£o do motor √© promovida por um filme de √≥leo que elimina o contato entre as partes m√≥veis do motor e isto s√≥ acontece alguns segundos¬†ap√≥s da partida do mesmo. Vamos portanto fazer uma simula√ß√£o. O cliente funciona o motor de seu ve√≠culo, e em poucos minutos, ele parte para o trabalho e roda uns 5 a 7 km e logo para e desliga o motor. O que aconteceu no motor? Ao dar partida ele girou uns 3 a 5 segundos sem a plena lubrifica√ß√£o, o motor n√£o aqueceu o suficiente e rodou com rota√ß√Ķes vari√°veis e por curto espa√ßo de tempo, o combust√≠vel nestas condi√ß√Ķes n√£o √© totalmente queimado, aderindo √†s paredes dos cilindros condensado e descendo para o c√°rter e contaminando e diluindo¬†o √≥leo do motor.¬†No que desligamos o motor, a pel√≠cula ou filme de √≥leo √©¬†interrompida e as partes m√≥veis se acomodam, e¬†ao darmos novamente a partida, temos uma abras√£o por contado das partes, o que provoca o desgaste dos √≥rg√£os m√≥veis do motor o que tamb√©m contamina o √≥leo lubrificante com limalhas met√°licas. Ent√£o a conclus√£o √≥bvia √© que o uso severo do ve√≠culo √© no percurso urbano, pois¬† para o motor o funcionamento por longos per√≠odos seria o ideal, motivo pelo o qual m√°quinas agr√≠colas e de constru√ß√£o civil tem um contador de horas ao inv√©s de um od√īmetro.

Artigo escrito por: Rogério A. Macedo

 

D√ļvidas de como usar a tra√ß√£o 4x4

Hoje em dia com a populariza√ß√£o¬† dos ve√≠culos com tra√ß√£o nas quatro rodas, e a oferta de quase todas as montadoras de ve√≠culos desta modalidade, muitos usu√°rios tem sempre d√ļvidas de como,¬† quando e onde¬†utilizar o recurso. O sistema de tra√ß√£o nas quatro rodas foi criado e desenvolvido, para que ve√≠culos utilizados em terrenos acidentados e de muita baixa ader√™ncia, como neve,¬†lama e ¬†areia. A maioria dos ve√≠culos oferecem tamb√©m a op√ß√£o da reduzida¬† que aumenta¬†muito¬† a for√ßa de tra√ß√£o do motor.¬†Alguns ainda oferecem a op√ß√£o da tra√ß√£o integral¬†e estes tem um sistema com diferencial central que distribui o torque entre os eixos dianteiros e traseiros e pode ser usado¬† normalmente no¬†asfalto em viagens e em velocidade¬†¬† e que melhoram em muito a estabilidade do ve√≠culo.¬†Um questionamento que sempre me fazem √© se na chuva e no asfalto, pode-se usar o 4x4 para melhorar a estabilidade. Se o ve√≠culo possui a tra√ß√£o integral, deve-se utilizar, mas se for 4x4 convencional, de forma alguma use, pois o que menos queremos em pista escorregadia, √© o bloqueio de rodas, o que em uma curva pode ser catastr√≥fico. Ao acionarmos a tra√ß√£o 4x4 convencional, os eixos ter√£o uma diferen√ßa de velocidade em curvas e um¬†tender√° travar o outro, por causa da diferen√ßa da rela√ß√£o criada ¬†pelas diferentes velocidades das rodas e travamento de rodas em curva e¬†na chuva, o risco de perder o controle do carro √© grande.¬†Portanto, o 4x4 s√≥ deve ser usado em estrada de ch√£o, subidas onde as rodas podem patinar, como cal√ßamentos, lama. A reduzida sempre deve ser usada com o carro em baixa velocidade e deve usar sempre que for rebocar outro ve√≠culo.

Artigo escrito por Rogerio A. Macedo.

 

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