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Artigos Técnicos

Fluidos do c√Ęmbio autom√°tico

Ol√°, vamos falar de um procedimento de manuten√ß√£o sempre controverso: quando e se realmente √© necess√°rio a troca do fluido do c√Ęmbio autom√°tico. A necessidade da renova√ß√£o da carga de todo o fluido do c√Ęmbio √© real e imprescind√≠vel para a conserva√ß√£o do mesmo, visto que o conjunto de componentes internos do conjunto sofrem tremendas press√Ķes e podendo atingir ¬† altas temperatura durante a utiliza√ß√£o extrema. O fluido classificado como ATF e com aplica√ß√Ķes indicadas por cada marca distinta, √© sujeito a forte degrada√ß√£o ao atingir temperaturas superiores aos 80¬ļC. Ent√£o devemos estar atentos ao manual do ve√≠culo quanto aos per√≠odos de quilometragem indicados e principalmente √† indica√ß√£o de uso severo. Muitas montadoras n√£o especificam o per√≠odo de troca do fluido, ou indicam uma quilometragem muito alta ou simplesmente que o fluido n√£o precisa ser trocado durante toda a vida √ļtil do c√Ęmbio. Devemos considerar ¬†por√©m alguns fatores que deveriam interferir com estas informa√ß√Ķes: 1- Se o ve√≠culo trafega a maior parte de utiliza√ß√£o e trecho urbano. 2- Se houve um super aquecimento do motor, visto que o mesmo radiador que faz o arrefecimento do motor tamb√©m faz o do fluido de c√Ęmbio e este tamb√©m sofre sobreaquecimento.3- se o ve√≠culo participa de competi√ß√Ķes ou uso em trilhas, o esfor√ßo √© maior. Concluindo, o t√©cnico deve averiguar al√©m do n√≠vel do fluido,quilometragem, tamb√©m a sua colora√ß√£o e cheiro caracter√≠stico que √© um indicativo do estado do mesmo. Quanto √†s montadoras que n√£o indicam ou contraindicam a troca, o detalhe √© o seguinte: todo fluido ou √≥leo que trabalha em conjuntos de engrenagens e(no caso das transmiss√Ķes autom√°ticas ) discos de fric√ß√£o e cintas, est√£o sujeitos a quebras das mol√©culas por extrema press√£o e consequente altera√ß√£o de sua viscosidade e capacidade de promover suas fun√ß√Ķes espec√≠ficas. Portanto(opini√£o minha) desconfio.

 

Falando mais sobre o nosso Diesel

Bem, recebi nesta semana o jornal Oficina Brasil,¬†especializado em mec√Ęnica automotiva e neste h√° uma reportagem muito interessante sobre a degrada√ß√£o do √≥leo Diesel vendido em nossos postos de combust√≠veis.

Segundo o especialista entrevistado,¬†( eu fa√ßo um resumo do artigo), o que est√° ocorrendo com nosso Diesel √© uma r√°pida degrada√ß√£o promovida pela adi√ß√£o do biodiesel a 7%, subst√Ęncia esta de propriedade higrosc√≥pica, ou seja¬† absorve a √°gua que e presente na atmosfera, criando o ambiente prop√≠cio para a prolifera√ß√£o de bact√©rias que se alimentam do biodiesel e o diesel, criando borras e vernizes nos reservat√≥rios e tanques de combust√≠vel. Este fen√īmeno √© mais acentuado no tipo S10, pois o biodiesel √© misturado na mesma propor√ß√£o ao S500,(7%) e a diferen√ßa¬† entre os dois √© a propor√ß√£o de enxofre que teria a fun√ß√£o de ser um repelente natural destas bact√©rias. Ent√£o a degrada√ß√£o¬†do S10B7 √© maior do que o S500B7 e essa decomposi√ß√£o do combust√≠vel fica em torno dos 30 dias de armazenamento. Al√©m da goma e verniz produzido ainda h√° a incid√™ncia de part√≠culas met√°licas em suspens√£o no Diesel provocada pela oxida√ß√£o das paredes dos¬†tanques¬† met√°licos e estas part√≠culas abrasivas atacam todo o sistema de inje√ß√£o, provocando defeitos de funcionamento¬†nos motores. Estamos sempre recebendo o relato de clientes, que abasteceram com o S10 em postos de estrada, e tiveram o rendimento do ve√≠culo prejudicado quase que instantaneamente. Talvez o combust√≠vel n√£o esteja batizado como suspeit√°vamos mas sim velho no tanque do posto. Abra√ßos.

 

CUIDADOS COM O ABASTECIMENTO

Cuidado amigos, estamos realmente em tempos dif√≠ceis. No dia a dia da nossa oficina est√£o aparecendo casos frequentes¬† de ve√≠culos com problemas de funcionamento ap√≥s um abastecimento em postos de rodovias, principalmente em ve√≠culos a Diesel. Hoje o cliente pede ao abastecer o tanque que seja colocado no mesmo, o Diesel S10, como se isso fosse a garantia de um combust√≠vel de¬†excel√™ncia. Pois fiquem sabendo, que os ve√≠culos anteriores¬†ao ano de 2012, n√£o precisam serem abastecidos com o S10, pois n√£o h√° ganho de efici√™ncia ou economia de combust√≠vel e nem por ser¬†classificado como tal, garante que o mesmo seja um combust√≠vel de qualidade e limpo. Ou seja, o que garante a qualidade √© a escolha do posto e da bandeira do mesmo, pois nem sempre o posto que oferece o S10 tem bandeira e fiscaliza√ß√£o das distribuidoras, como acontece com os posto de marcas tradicionais. Ent√£o eu recomendo que o usu√°rio procure em rodovias os postos de bandeiras conhecidas, e preferencialmente aqueles¬†que est√£o com bastante caminh√Ķes abastecendo¬†, pois ningu√©m conhece melhor as estradas do que os caminhoneiros. Ent√£o se seu ve√≠culo √© anterior √† 2012, voc√™¬†n√£o precisa pagar mais pelo combust√≠vel colocando o S10, e tenha sempre aten√ß√£o, pois o S10 como j√° disse n√£o √© sin√īnimo de qualidade, e voc√™ pode estar comprando gato por lebre e trazendo problemas ao seu motor se o combust√≠vel n√£o tiver um rigoroso controle da qualidade.

Abraços.

 

Casos interessantes

Ol√°. Vou disponibilizar nessa sess√£o de artigos alguns casos e defeitos interessantes acontecidos em nossa oficina. Casos estes de dif√≠cil diagn√≥stico mas quase sempre de f√°cil solu√ß√£o. Vamos ao primeiro: Chegou em nossa empresa semana passada um Troller T4 3.0 de uma revenda vizinha, com problemas no freio. Foi verificado que haviam folgas nos rolamentos de roda e que¬†uma pin√ßa de freio traseira estava vazando o fluido. As folgas em rolamentos de roda neste ve√≠culos sempre causam o efeito de pedal abaixando quando pressionado dando a impress√£o de falha no cilindro mestre, e muitas oficinas fazem a troca do mesmo desnecessariamente. O vazamento¬† na pin√ßa provoca a perda do fluido e contamina√ß√£o das pastilhas com o mesmo. Mandamos tamb√©m a pedido do propriet√°rio fazer o alinhamento de dire√ß√£o em uma empresa parceira. O interessante foi: Quando conclu√≠dos todos os servi√ßos o freio ficou excepcional para o modelo, pois este tem o hist√≥rico de freio fl√°cido ou muxibento como dizem por ai. Fizemos o teste de rodagem entregamos o carro o ciente ficou muito satisfeito, mas no outro dia voltou reclamando que ao sair da garagem o freio falhou chegando o pedal at√© o fundo. Ent√£o rodei com ele por alguns quil√īmetros e a falha n√£o ocorria, e o cliente j√° n√£o entendia nada e eu muito menos. At√© que resolvi circundar uma pequena pra√ßa e ao girar toda a dire√ß√£o para a esquerda, o pneu¬† pegou na barra tensora da suspens√£o, com o barulho caracter√≠stico e vibra√ß√£o, e a√≠ a falha ocorreu. Somente ocorria nesta situa√ß√£o, e somente para a esquerda, pois para a direita o pneu n√£o pegava. Retornamos √† empresa de alinhamento e pedimos para corrigir o batente limitador da esquerda e o problema foi resolvido. Conclus√£o: Ao encostar na barra tensora o pneu que √© um A/T BF criava uma grande vibra√ß√£o e esta vibra√ß√£o era transmitida para o disco de freio causando¬†o ¬†afastamento das pastilhas e a falha do freio.

Autor: Rogerio Alvarenga Macedo.

 

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